Descrição
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;) Como posso produzir, tanto sentimento, para em ti seduzir, a cada momento, ser apenas a água, limpa e transparente, que na paixão deságua, forte e intensamente, como posso em meu orgulho, que ao te ver se deslumbra, ficar contido e seguro, mesmo me levando às alturas, como posso não pecar, a cada momento contigo, desejo sempre te amar, acariciando teu sorriso, queria poder deitar carinho, em teu corpo e cada pedacinho, descobrindo o teu infinito, despertar bem devagarzinho, somente sou tua vontade, que sem a menor maldade, que traz para perto de mim, num eterno capricho sem fim, não quero te ser metade, nem quero te ser parte, quero te ser inteiro, sem ter qualquer medo, em dividir o que tenho, um tesouro incontável, meu amor inestimável...
Gil M C Veiga
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3:45 PM, 28/9/2006 |
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 Não sei o que dizer, para poder te convencer, que a vida é querida, procurando te amar, a cada dia em seguida, te encontro na despedida, são apenas acenos, que nos tocam ao coração, mesmo que tudo seja menos, que um simples sopro de emoção, quero poder te refletir, em minha alma comprometida, com teu jeito de sorrir, somente para mim...
Gil M C Veiga |
1:08 PM, 18/7/2006 |
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;) Se ao acordar,
despertar feliz,
me encontrar,
sorrindo pra ti,
porque é especial,
como um fruto maduro,
que em são consciência,
não é colhido nem visto,
mas guardado eternamente,
dentro quem te ama,
pessoa que renasce,
recria o sentido,
perpetua em mim,
presente,
e eu tão ausente,
posso apenas dizer,
nestas linhas distantes,
que estou te carinhando,
cada vez mais e mais,
e sempre, eternamente...
;)
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4:02 PM, 14/7/2006 |
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São acima da vontade,
as remotas possibilidades,
em te enrolar sempre,
porque assim te parece,
mas neste dia de festa,
em que completa décadas,
combinando por tantas épocas,
as retóricas do teu existir,
e aos homens desavisados,
tomem o máximo cuidado,
esta mulher não brinca,
nem admite que brinquem,
com seu coraçãozinho,
que foi muito machucado,
por isso, as defesas postas,
para se proteger dos homens,
que não sabem que esta mulher,
deseja ser amada profundamente,
sem restrições ou dúvidas,
mas que a entrega seja,
no mínimo, recíproca,
verdadeira e completa,
é uma grande amiga,
que amo muito...
Gil M C Veiga
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9:56 PM, 22/10/2005 |
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É chama que arde,
neste intenso frio,
na geleira das emoções,
na fogueira das desilusões,
plantei uma breve morada,
que pensei inacabada,
reproduzi mutilada,
de forma conceituada,
que não dizia mais nada,
pois temia a voz que cala,
ser expediente da fala,
na imprudência rara,
em ser humano na cara,
que a lágrima retalha,
feito faca em tom de navalha,
rasgando o sorriso da malha,
que fios densos ampara,
acorda meu anjo e tapa,
o buraco no céu de lata,
junta os cacos da estrela,
que ficou em destrata,
olha meu anjo torto o flagra,
do sol beijando a lua,
pois a vida gira e gira,
para de novo ser tua...
Gil M C Veiga
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9:52 PM, 22/10/2005 |
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Deliciosa morena,
que me atenta,
envaidece meu ser,
repousa na minha alma,
debruça em mim,
devora-me sagaz,
levanta-me viril,
descobre que sou teu,
homem incrustado,
impregnado de ti,
insaciado do teu doce,
pois cada vez que desejo,
aumenta minha vontade,
em te querer mais,
por isso minha morena,
vem me resgatar,
tirar de minha inércia,
vem povoar meu ser,
perpetuar teu sabor,
devorar meu corpo,
como no teu me encontro...
Gil M C Veiga
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9:39 PM, 22/10/2005 |
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Me encanta esta felicidade,
acima de qualquer coisa,
porque nela repousa alegria,
que a todos perto contagia,
como esta linda simpatia,
que veio neste eterno dia,
regar nossas vidas queridas,
falar desta mulher é fácil,
não por ela ser simplificada,
ela é mulher certa para a vida,
incontrolável alegria,
assim espero que um dia,
na forma exata da amizade,
possa ser contagiado de perto,
pela mulher que ao longe,
distante de meu afeto,
já me assegura acolhida,
então neste dia hiper especial,
faço de mim teu presente,
entrego em tuas mãos,
a minha sincera amizade,
para poder juntos,
devotarmos a ela,
com cumplicidade,
com amor...
Gil M C Veiga
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9:36 PM, 22/10/2005 |
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Sou esta flecha lançada,
aos sonhos dos loucos,
que atormentam moradas,
como que invadindo,
nas noites caladas,
as mulheres deitadas,
como amantes desejadas,
na concepção adocicada,
poder desfrutar de beijos,
acariciando doces seios,
devotando a este altar maior,
que a mulher representa,
anseios de homens perdidos,
em busca de uma religião,
quero ser franqueado desta fé,
sujeitar-me aos caprichos,
poder acariciar as coxas,
descobrindo tua volúpia,
quero ser devoto da mulher,
porque razão melhor não há,
serei flecha de prazer,
de tanto te querer,
amar-te e viver,
orar a mulher,
perder-me...
Gil M C Veiga
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9:34 PM, 22/10/2005 |
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Cabe saber agora,
como entendimento,
que o teu querer,
vive cerceado,
pelo teu perder,
numa construção de medo,
que revela insegurança,
numa referência à dança,
onde os passos combinam,
com o ritmo determinado,
mas no existir isso inexiste,
como dançar com a morte,
ela não aceita regras,
ela não permite diálogo,
ela não te deixa passar,
então somente resta,
num momento de lucidez,
voltar à minha insanidade,
para poder compreender,
que ao tentarmos viver,
realizamos reconstruções,
sem as quais relevamos,
nossa finda concepção,
de um existir pleno,
devemos temer a vida,
jamais a morte certa,
porque morrem segundos,
minutos, horas, dias,
morrem amores e paixões,
para num renascer,
dar-nos prazer,
enquanto vivermos...
Gil M C Veiga
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9:33 PM, 22/10/2005 |
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Que esta mulher,
de vestes olhar,
abusa-me seduz,
revela-se audaz,
pela ternura,
entrego-me capaz,
não quero provar,
quero ser provado,
com a tua sede,
a saciar totalmente,
como homem revelado,
que por ti foi acordado,
de uma inércia,
és mulher perfeita,
que minhas mãos,
trêmulas e receosas,
acariciam com carinho,
descobrindo aos poucos,
a pureza revelada,
poder em teus lábios,
caprichosamente,
pelos meus beijados,
repousar prazer,
em completa entrega,
sem máscaras ou jogos,
ser teu homem,
como se fosse preciso,
fazer-me mulher,
para totalmente,
entender-te...
Gil M C Veiga
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9:24 PM, 22/10/2005 |
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Cubra-me de ternura, aqueça-me com carinho, abraça-me com desejo, beija-me com afeto, dispa-me com calma, revele-me com prazer, acaricie-me com vontade, morda-me com sedução, quero ser teu inteiro, sem perder a emoção, para que no meu tesão, possa percorrer teu corpo, com beijos molhados, descobrindo teu ser, a cada beijo dado, dos pés à cabeça, como somente tu permites, compreender a essência, de te preencher, com paciência, de amor... Gil M C Veiga
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9:18 PM, 22/10/2005 |
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Canta neste canto,
que teu espanto,
em poder cantar,
virá ao peito,
soltando a tua voz,
que neste dado momento,
em canto que canta,
a todos encanta,
porque é a voz,
que ao teu canto,
destranca o pranto,
dos que ouvem o canto,
não te soas ao cantar,
as posições do amar,
porque mesmo ao adorar,
que teu canto encanta,
teu amar maior levanta,
recobre as alturas,
que tua voz encanta,
por cantares assim,
reclina teu corpo,
para que o meu,
possa cantar harmonia,
na eterna simpatia,
de que amantes fazem,
um cantar pelo canto,
um amar pleno de amor,
somente a isto conforta,
a existência de nós,
que tua boca não cale,
que tua voz ecoe,
que teus lábios desatem,
um beijo doido em mim,
quero reencontrar,
todas as minhas vestes,
que tu me deste,
para despir minha alma,
em meu corpo amar,
perpetuando teu ser...
Gil M C Veiga
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9:16 PM, 22/10/2005 |
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Que esta mulher,
de vestes olhar,
abusa-me seduz,
revela-se audaz,
pela ternura,
entrego-me capaz,
não quero provar,
quero ser provado,
com a tua sede,
a saciar totalmente,
como homem revelado,
que por ti foi acordado,
de uma inércia,
és mulher perfeita,
que minhas mãos,
trêmulas e receosas,
acariciam com carinho,
descobrindo aos poucos,
a pureza revelada,
poder em teus lábios,
caprichosamente,
pelos meus beijados,
repousar prazer,
em completa entrega,
sem máscaras ou jogos,
ser teu homem,
como se fosse preciso,
fazer-me mulher,
para totalmente,
entender-te...
Gil M C Veiga
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9:14 PM, 22/10/2005 |
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São teus olhos,
neste ser lindo,
que ao teu sorriso,
fico a ti entregue,
sou pássaro sem asas,
porque não tenho rumo,
meu caminho é fecundo,
pela estrada que vou,
nela te encontro,
carregando minhas asas,
para que possamos juntos,
ir além da estrada,
então me renova em ti,
faz com que as asas se abram,
na infinita capacidade,
em te reviver a cada dia,
como qualquer um desejaria,
ter sempre tua alegria,
nesta sala aberta,
que o coração desperta,
para te dar morada,
guarida e proteção...
Gil M C Veiga
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9:13 PM, 22/10/2005 |
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Te olho com carinho,
como a quem descobre,
que a vida faz delícias,
como a tua presença,
como o fato de existir,
te amo sem te conhecer,
porque para mim,
não existe um ser,
mas sim um ente vivo,
uma pessoa completa,
repleta em dedicar,
palavras a minha vida,
insignificante e pouca,
diante da tua,
te amo de coração,
como a quem ama a vida,
porque traz em mim,
sentimentos tão doces,
que perco minha razão,
és um convite em branco,
pois jamais saberei,
por que razões a amo,
nem sei ao certo,
o que te desperto,
um conceito repleto,
de incertezas,
por certo,
te amo sim,
declaro aberto,
porque para amar,
devemos nos despir,
de preconceitos,
para ser ao outro,
uma folha em branco,
onde começa a história,
escrita a quatro mãos...
Gil M C Veiga
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9:10 PM, 22/10/2005 |
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Fecunda a minha idolatria,
por ti orei e pressentia,
que neste altar de euforia,
em mim tu caberias com maestria,
vinde e adentra minha alma,
que em ti repousa e acalma,
nesta vida insana do trauma,
que nem a sanidade se presenteia,
mas cobre meu corpo em tua teia,
sem me perder em teu corpo doce,
quero poder viver a intensidade,
que neste teu corpo de mulher,
a minha voracidade se emana,
quero poder em teu corpo de
mulher,
sentir-me o maior dos homens,
sem que o conceito se
preconceitue,
quero poder em tua alma sedenta,
confortar a tua sede em mim,
não desejo somente a mulher,
mas quero poder tê-la inteira,
mesmo sendo a tua maneira,
mas que seja ao vivo,
que possamos nesta tela,
virginal e em branco,
distribuir as cores,
que somente loucos,
perdidos no amor,
sabem colorir,
amantes...
Gil M C Veiga
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9:04 PM, 22/10/2005 |
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Não faço promessas,
pois não posso cumpri-las,
não prometo ser alegre,
porque a tristeza me acolhe,
não prometo ser feliz,
porque sofro de amor,
não prometo ser doce,
porque a vida amarga,
mas posso tentar ser,
um pouco de tudo,
posso tentar ser um amigo,
posso tentar ser um amante,
posso tentar ser um namorado,
posso tentar ser tua felicidade,
mas não posso ser,
tua incapacidade em me amar,
tua descrença na cumplicidade,
tua revolta pelos que te machucaram,
tua cala em nosso diálogo,
por isso, preciso entender,
para poder te compreender,
as razões que te afastam de mim,
se me entrego pleno e sincero,
se me devoto ao conviver,
se me desprendo de preconceitos,
quero saber por que,
não me acolhes em ti,
não me beija com tesão,
não me abraça com força,
não se deita com amor...
Gil M C Veiga
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8:58 PM, 22/10/2005 |
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;)
Rasga tuas
vestes,
as que
cobrem tua alma,
para que
possas ser,
diante de
mim inteira,
como
mulher e amiga,
como a
quem sabe ser,
a sincera
exatidão,
do bem
maior querer,
sim, rasga
tuas vestes,
te entrega
por certa,
que na
minha morada,
haverá de
ficar livre,
sou um a
te encontrar,
na
intenção do teu olhar,
sou um
apenas a ser,
uma
intenção de querer,
despe de
tuas amarguras,
vem
plantar loucuras,
em minha indelével
alma,
seria eu
teu sem temer,
me
entregar por todo,
pois não
há mulher,
como a que
és pra mim,
se um dia
me desejar,
teu por
inteiro e certo,
combina as
partes,
me leva
pra ti,
que te
prometo,
teu serei,
por
amor...
Gil M C Veiga
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2:20 PM, 4/10/2005 |
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São de
momentos desfeitos,
ao acaso
de nossas vidas,
que
encontramos respeito,
na dignidade
da cumplicidade,
onde
nossos atos expostos,
sejam
repostos em feridas,
não tão
abertas como antes,
mas apenas
lembrando a chaga,
que foi
feita a tanto,
sem perder
a maturidade,
concedida
pela uterinidade,
no parto
de sabedoria,
resultado
da tua sangria,
desatada
em nós de valia,
como
paixão cega e culpada,
pela
amabilidade de ser...
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8:07 PM, 1/9/2005 |
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As poesias que seguem são sexualidades femininas de minha parte...
Não se esqueça,
Do que sou teu,
Não somente lábios,
Mas todos os desejos,
Insanos que traço,
Numa reta obscura,
Numa linha torta,
Nos caminhos doces,
Amargurados,
Mas deliciosamente beijados...
Traduzir gestos,
ImpossÃvel de fazer,
Primeiro sem sentir,
Segundo em desejar,
Terceiro em querer,
Estar no quarto,
Com você...
Sutis toques,
Das mãos,
Dos lábios,
Do corpo,
Do ser,
De todo
O prazer...
O que posso ter,
Em apenas um toque,
Prazer e contemplação,
Num toque surdo,
Num toque mudo,
Apenas num toque,
Que resultam em outros tantos,
Neste beijo que te abraço...
Jeitos tolos de bocas e desejos, perpetuam a serenidade que persigo em mim, a razão pela qual faz da vida algo especial, como a própria insensatez da insanidade diante das portas da loucura, representada no beijo...
Não há como deixar,
De ver que o selo,
Marca a pele que toca,
Pelo lábio que cede,
Pelo corpo que pede,
O sabor que excede,
Ao sabor doce,
Que antes era perdido,
No vento e no tempo,
Agora resgatado,
Em meu corpo...
A boca é um instrumento de prazer que sabe tocar a alma indelevelmente como jamais fora tocada...
Se ao me desejares,
Não me deixar torpe,
Me faça um favor,
Me entregue risadas,
Acariciando meu corpo,
Com a lÃngua que hei de saborear em minha boca...
Somente te beijo ao beijo que te beijo no beijo que beijo teu beijo em teus beijos nos teus beijos em cada beijo no teu beijo que beijo e beijo e beijo e beijo...
Quero ser seduzida,
Por inteira e loucamente,
Entregando-me a ti,
Encantos de minha vida,
Sabores que requento,
Neste prato diário,
Em que te convido,
A me saborear,
Mulher doce e fatal,
Que amo amar...
Quente, rente, em frente, semente, como não sentir, este carinho...
Não que seja feita dor,
Prazer acima da dor,
Acaricie como fosse teu,
Me toque deliciosamente,
Serei teu prazer,
Em meu prazer...
Apenas seja,
um beijo,
sincero...
Ao toque,
Desperto,
Do toque,
Disperso,
No toque,
Deliro,
Pelo toque,
Dôo-me...
Às minhas amigas homo que amo muito, com carinho especial, poetinha...
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2:27 PM, 30/8/2005 |
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